
Dearest
Dearest Correspondência entre Dahlia LI e Jaya JACOBO

EDIÇÃO No.001
Dedicada à valorização de saberes e de expressões culturais plurais, abordamos as questões da memória, da vulnerabilidade e da ação por meio dos trabalhos de pesquisadores, autores e artistas contemporâneos da diáspora. Para nossa edição piloto, tomamos a saudação como ato de visibilidade. Interessa-nos a saudação como gesto político, poético e íntimo: aquilo que está em jogo no ato de saudar, de reconhecer, de aparecer ao outro. A saudação como gesto de resiliência, de transmissão, de reconhecimento ou como prática política.
Pensamos Atsaman como um espaço de observação e de tornar visível. Um lugar onde ideias, gestos e imagens se encontram, onde formas fragmentadas de saber e de transmissão podem se depositar, circular e se recompor. Reunimos estudos de caso, peças visuais, relatos pessoais e gestos considerados em suas dimensões estéticas e sociais.


Dearest Correspondência entre Dahlia LI e Jaya JACOBO

Quando é que o vermelho se torna corpo? Artigo de Aline Alves

Trinta anos a serviço da criação contemporânea em Camarões e além Artigo de William Mpah Dooh

Lançamento e mesa-redonda: uma conversa com Cara Michell sobre sua prática artística e seu ensaio, The Black Nod as Spatial Practice: Mapping Invisible Geographies of Diaspora, publicado na edição inaugural.

Programa de leitura: Seynabou Sonko, Clarisse Prévost e Alice Dubon. Uma escuta analógica e acústicas sororais se desdobraram para tecer um espaço de presença coletiva.

Exposição, programa de leitura e lançamento Formas, textos e vozes teceram um conjunto de ecos.

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